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Jornalista Klécio Santos conta a história 

Klécio Santos nasceu em Porto Alegre, em 1968, mas morou e estudou em Pelotas, onde formou-se em Jornalismo pela Universidade Católica de Pelotas (UCPel). Também ali especializou-se em Patrimônio Cultural pela Faculdade de Artes. Há quase duas décadas, Klécio vive e trabalha em Brasília, mas isso não cortou de forma alguma o seu profundo vínculo com aquela cidade do sul do Estado. Tanto isso é verdade, que ele será o patrono da 45ª edição da Feira do Livro, que acontecerá entre os dias 1º e 19 do próximo mês de novembro. 
Escolha justa, o jornalista já publicou lá duas obras caprichadas: é autor dos livros Sete de Abril, o Teatro do Imperador e Mercado Central – Pelotas 1846-2014, e, agora, concluiu o inédito Bibliotheca Pública Pelotense, com lançamento previsto para o aniversário de 142 anos daquela instituição, no dia 14 de novembro. Ao longo de 228 páginas, a publicação reúne os principais acontecimentos que marcaram a memória da biblioteca pelotense. 
Em 1875, Pelotas era uma das cidades mais prósperas do Império, graças à fortuna que jorrava da indústria do charque. Com um cenário arquitetônico invejável, contudo, faltava um templo para celebrar a leitura, impulso que fizesse jus à fama cultural da cidade. Graças ao jornalista Antônio Joaquim Dias, que iniciou uma campanha nas páginas do Correio Mercantil, no dia 14 de novembro foi criada a Bibliotheca Pública Pelotense. A primeira reunião foi em um prédio cedido por João Simões Lopes, o Visconde da Graça – avô do escritor João Simões Lopes Neto. 
Resultado de dois anos de pesquisa, a obra é uma viagem no tempo através de várias iniciativas que marcaram a instituição, como a criação dos cursos noturnos para o proletariado, a primeira sessão de cinema na cidade, a criação do Club Abolicionista e do Club Beethoven, fundado por charqueadores amantes da erudição. O livro é repleto de curiosidades da gênese da iniciativa, cuja obra iniciou-se em 1881 e foi concluída 1885. Minucioso, Klécio retrata a visita da princesa Isabel, a criação de sociedades literárias, os principais concertos ocorridos no século 19, reproduz imagens do jornal satírico Cabrion e de obras que hoje fazem parte da pinacoteca daquela casa.
A obra contém ainda capítulos que abordam os bailes de Carnaval, a reforma que ampliou o prédio para dois andares, concluída em 1915, e o curioso furto do livro Brazil Pitoresco, de Charles Ribeyrolles, mais tarde recuperado e hoje um dos mais raros do acervo de cerca de 200 mil volumes. Um capítulo é dedicado ao escritor João Simões Lopes Neto, que foi secretário da instituição. A pesquisa contou com o apoio do livreiro Adão Monquelat e a obra traz fotos exclusivas de Paulo Rossi. O projeto gráfico é de Valder Valeirão. 
Sob o selo Fructos do Paiz (criado pelo escritor Aldyr Schlee), o livro tem patrocínio da Companytec, através do Pró-Cultura RS e da Celulose Rio-Grandense, por meio do financiamento da Lei Federal de Incentivo à Cultura. A produção cultural e executiva é da Ato Produção Cultural e da Maestra Comunicação e Cultura. 
 
Pré-lançamento, em Porto Alegre, dia 19 de outubro (quinta-feira) às 19h, no Museu de Arte do Rio Grande do Sul Ado Malagoli.
 
Lançamento em Pelotas, dia 14 de novembro (terça-feira) às 19h, na Bibliotheca Pública Pelotense.
 

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